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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mãos ao alto

Um português comprou um Monza zero. Como todo carro que chega da concessionária, chegou todo empoeirado. Então ele comprou xampu e creme rinse e pôs-se a dar um banho no carro, ajudado pela sua mulher, Maria. Quando estavam terminando de lavar o carro, entra um assaltante na garagem, que diz:

— Mãos ao alto! Isto é um assalto!

E o português para sua mulher:

— Maria, me ajuda a levantar o carro?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Português assaltando banco

Dois assaltantes portugueses invadiram um banco muito movimentado, renderam todos que estavam lá dentro e foram direto até os cofres, que ficavam nos fundos da empresa.

Manoel arrombou o primeiro e disse para o amigo Joaquim:

— Mas que diabos..olha só! Aqui não tem dinheiro! Só tem iogurte!

— Oh raios! Mas que coisa estranha! Bem, mas se está no cofre, deve ser um iogurte muito bom! Então vamos tomar, ora pois!

Depois de acabarem com todos os potes de iogurte do primeiro cofre, correram para o segundo. Este Joaquim abriu.

— Não acredito! — gritou ele — Mas este também só tem iogurte!

Ora raios, mas de novo.... iogurte, iogurte e mais iogurte! — disse Manoel, já empapuçado, olhando para um dos seguranças rendidos.

— Mas que porcaria de banco é esse, que só tem iogurte? O segurança olha para os dois portugueses e diz, em voz baixa:

— É porque esse daqui é apenas um Banco de Esperma, senhores!

Gritando alto fazendo amor

Três amigos, um inglês, um alemão e um português esperam na fila do caixa da padaria. O inglês comentou:

— Quando fazemos sexo, a minha mulher grita tão alto que a minha sogra, que mora no andar de baixo, escuta!

E o alemão:

— Isso não é nada, a minha mulher grita tão alto, mas tão alto, que a minha sogra, que mora na casa ao lado, escuta!

O português, do outro lado do balcão, dá uma gargalhada e diz:

— Ora pois, isto não é nada, a minha mulher grita tão alto, tão alto, que eu escuto cá da padaria!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Crime do Português

Casado com uma mulher que era uma verdadeira bruxa de tão ruim, e tremendamente infeliz com o seu casamento, o português resolve pedir o divórcio de uma vez.

A mulher, ruim como ela só, além de dizer que não daria, promete azucrinar o coitado para o resto da vida. Sem outra saída, e inspirado por um filme que assistira na televisão, Manoel resolve se livrar da mulher.

Planeja todo o crime, passo-a-passo e, enquanto ela dormia, dá-lhe algumas facadas, arrasta o corpo até a sala, faz um buraco no chão e enterra o cadáver. Quinze minutos depois, no momento exato que terminava de limpar toda a sujeira, arrombam a porta.

— O senhor está preso! — diz em alto e bom som o policial.

Sem esboçar nenhum gesto de defesa, ele se entrega. No tribunal, diante do juiz, intrigado com a esperteza dos policiais, ele pergunta:

— Mais, me diga uma coisa, ó sinhoire juiz. Como foi que vocês fizeram para descobrir tão rápido o crime, me diga? Pois no filme que eu vi pela TV, o gajo fez a mesma coisa e só descobriram 30 anos depois!

Ao que o juiz responde:

— Foi muito fácil. Certamente o cara morava numa casa e não num apartamento como o senhor...

Navio Português e Navio Italiano

No cais, estavam dois navios ancorados. Um navio italiano e outro navio português. Uma bela noite, de céu estrelado e lua cheia, Manoel saiu no convés e passou a observar o navio italiano. Foi quando ouviu alguém chamá-lo:

— Manoeeeeellllll!

Ele ficou assustado e respondeu para o navio italiano:

— Sim, sou eu!

E a voz gritou de lá:

— Vai tomar no c#, Manoel!

Ele ficou nervoso. Uma fera. Na noite seguinte, resolveu ir lá conferir. Foi chegando ao convés e ouviu a voz novamente:

— Manoeeeeellllll!

— O quê?

— Vai tomar no c#, Manoel!

E isto se repetiu por várias noites. Até que ele se encheu, e foi reclamar com o comandante do navio. O comendante disse:

— Faça o seguinte: assim que tu chegares ao convés, grita Giovanni. Está cheio de Giovanni nos navios italianos. Aí, quando ele responder, tu o mandas tomar no cu, no teu lugar.

— Maravilha! — disse Manoel empolgado.

E lá se foi. De noite, chegou cedo ao convés e gritou para o navio dos italianos:

— Giovaaaaaaaaaanniiii!

Uma voz respondeu de lá:

— Quem me chama?

E ele:

— É o Manoel!

— Vai tomar no c#, Manoel!

Português não é burro

Portugal resolvera provar que esta história do Português ser burro era tudo invenção. Então reuniu 50 mil portugueses em um estádio de futebol em Lisboa para um teste. O locutor pediu um voluntário para o teste e lá foi o Manoel.

— Senhor Manoel, me diga quanto é três mais três?

— Ora, esta é fácil, é 7.

— Sinto muito, mas...

A multidão começou então a berrar:

— Mais uma chance, mais uma chance!

O locutor concordou:

— Então me diga quanto é dois mais dois?

— Ora, mais fácil ainda, é 5.

— Não, eu realmente...

E a multidão:

— Mais uma chance, mais uma chance, mais uma chance...

— Tudo bem, pela ultima vez; quanto é um mais um?

— Dois.

E a multidão prontamente:

— Mais uma chance, mais uma chance!

terça-feira, 26 de abril de 2011

U2 em Portugal

Num concerto da Banda U2 em Lisboa, Portugal, o vocalista Bono pediu silêncio ao público e depois começou a bater palmas, no ritmo da música que os colegas de banda tocavam.
Ele foi batendo palmas... a música ficando cada vez mais suave...

Então ele olhou para músicos e eles também silenciaram.
Só as palmas ritmadas do Bono ecoavam pelo estádio lotado.
Ele foi se movimentando até o microfone e olhando para as pessoas, todas quietas... Então disse, num tom sério:

- Eu quero que vocês pensem nisso... A cada batida de minhas mãos, uma criança morre na África!

Então ouviu-se a voz de um português das arquibancadas, em alto e bom som:

- Ora pois, ó c#r#lho, então pára de bater palmas, ó filho de uma p#t@!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Loira e Português no Semáforo

O português para no semáforo, ao lado de uma loira maravilhosa.
Ele abre o vidro. Ela, achando que ele vai puxar papo, também abre o vidro.
Então o português dá uma buzinada, ela olha e ele pergunta:
- A senhorita também peidou?

domingo, 12 de dezembro de 2010

Enchente levando o carro

"Manoel, Manoel, corre, corre! Por que Maria? A enchente tá levando seu carro! Deixa de ser burra, a chave tá aqui!"

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Português na pastelaria

Português na Pastelaria:

- Tem pastel quentinho?
- Acabou de sair!
- Raios! A que horas ele volta?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Português azarado

"Prezado senhor Manuel, informamos que o resultado da análise da mancha vermelha no seu pênis era apenas batom. Lamentamos a amputação!"

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A Bicha e o Português

A bicha se apaixonou loucamente por um português bonitão, que morava a dois quarteirões da sua casa.
Toda noite era a mesma coisa. A bichinha se produzia toda e ficava desfilando pra lá e pra cá, na paquera do lusitano.
Até que um belo dia o galego deu bobeira e a bichinha colou:
— Olá, gostosão... Tá a fim de conhecer o meu apartamento?
E o portuga, educadíssimo:
— Ora, pois pois... Aceito com muita honra!
Meia hora depois, lá estavam os dois no apartamento da bichinha.
Primeiro veio o jantar, bem requintado. Depois, boa música, sorvete, pudim, cafezinho. E o Manoel se sentindo prestigiadíssimo. A bichinha fazia de tudo pra agradar.
Depois veio o banho: primeiro a bichinha, depois o galego. Mais um pouco de papo e a bichinha achou que estava na hora do "vamos ver":
— Agora, gostosão, pra terminar essa noitada em alto estilo, eu vou te dar a minha bunda...
Foi quando o português, com muita educação, interrompeu a moçoila:
— Negativo! Depois de me receberes tão bem e teres feito de tudo para me agradar... Não é justo... Quem vai lhe dar a bunda, sou eu!

Calcinhas Comestíveis

O português entra num sexshop e pergunta para a vendedora:
— Essas são calcinhas comestíveis?
— Sim, temos vários sabores: morango, tutti-frutti... O senhor não quer levar uma para experimentar?
— Tá aí! Gostei da idéia, vou levar meia dúzia! Só que vou querer calcinha comestível sabor de batata!
— Batata, senhor?
— Sim, é para combinar com o cheiro de bacalhau da xana da Maria!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Túmulo de Napoleão na Igreja des Invalides

O Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até a Igreja des Invalides e visitar o túmulo de Napoleão.
E o guia explicava:
— Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!
E o portuga:
— Caramba! Como fumava este gajo, não?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Como atravessar o rio

Joaquim está sentado à beira do rio, pescando, quando de repente avista o amigo Manoel.

— Ó Manoel! — grita ele.
— Ó Joaquim! — responde o amigo.
— Como faço para atravessar para o outro lado do rio?
— Não sejas burro, Joaquim! Tu já estás no outro lado!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Copos Esquisitos

Manoel entra em um restaurante grã-fino e se depara com as mesas bem arrumadas.
Pratos, talheres, guardanapos. Tudo no seu devido lugar. O que mais chama a sua atenção são os copos, colocados na mesa com a boca virada para baixo:
— Raios! Estes copos não têm boca!
Então ele pega um deles, olha embaixo e diz:
— E nem têm fundo!

Português apanhando no bar

O sujeito todo musculoso, estilo Rambo, palito de fósforo apagado pendendo no canto da boca, entra num boteco e grita:
— Josias!
Silêncio total.
— Josias! — berra ele, ainda mais alto.
Nisto, um rapaz franzino levanta-se:
— Sou eu!
O sujeito caminha até o rapaz, segura-o pela gola da camisa, dá-lhe alguns safanões e derruba-o no chão. Dá-lhe mais alguns chutes e vai embora, sem dizer uma palavra.
Nisso, o rapaz, todo ensangüentado, começa a dar risada. Até que um freguês curioso pergunta:
— O que houve rapaz? Você está maluco? Levou uma tremenda surra e ainda dá risada?
— É que eu enganei o cara. Eu não sou o Josias. Sou o Manuel!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cheiro do gambá

De férias no Amazonas, Maria se encantou com um filhotinho de gambá.
— Joaquim! Olha que gracinha que eu comprei de um indiozinho! Vou
levá-lo para casa!
- Você está maluca, Maria! Não podemos embarcar com um animal no avião!
— Oras, Joaquim! Você acha que eu não pensei nisso? Vou levá-lo debaixo de minha saia! Dentro da calcinha!
- Mas, Maria, e o cheiro?
— Ah, Joaquim! O gambá que se dane!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Roubando ovos

Dois amigos se encontram.
— Ó Manuel — diz o primeiro. — Há quanto tempo! Como anda o nosso amigo Joaquim?
— Você não sabe que desgraça aconteceu? O Joaquim foi pego roubando ovos, foi julgado e condenado.
— E daí?
— Ele foi enforcado!
— Meu Deus, pelos ovos?
— Não! Pelo pescoço!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Instalação de postes de iluminação

Após um dia de trabalho na instalação de postes de iluminação, o mestre de obras reúne seus operários para um balanço:
— Arnaldo e Júlio?
— Colocamos dezoito postes!
— Juventino e Amaral?
— Colocamos dezessete postes!
— Joaquim e Manuel?
— Colocamos dois postes!
— Dois?! — berrou o mestre de obras. — Como vocês explicam isso? Os outros instalaram quase dez vezes mais!
— O senhor diz isso porque não viu o tanto que eles deixaram para fora da terra!

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